segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

QUEM QUER DINHEEEEEEIRO ?????

Após ocupar `a força, de poder é claro, as datas destinadas para a última etapa do Campeonato Paulista de Velocidade no Asfalto, despachando o Marcas e Pilotos SP para Curitiba no final de novembro passado, para finalizar seu campeonato, e as demais categorias  para janeiro de 2012,  o Itaipava GT Brasil despachou também a turma do rachão do sábado a noite, dia 17.

Veja o que postou um simpatizante do rachão pelo twiter:

Protestos em favor da segurança, vindos do Campeonato Paulista, nunca faltaram contra o óleo do Rachão.

Meu lado sobre esse assunto é e sempre foi extremamente claro: quando se pensa em risco no automobilismo, óleo deixado por rachão é um absurdo que não se deveria tolerar, não é risco do automobilismo e sim de incompetência na gerência de segurança.

Pois bem, parece que a questão de segurança para a Fasp, e provavelmente por conseguinte para a CBA,  envolve a avaliação também da segurança de quem.  Dois pesos...

Esse cancelamento do rachão, além de não redimir os responsáveis pela segurança, apenas aguça a certeza de que não existe ninguém meio grávida, e nem meio honesta.

2 comentários:

  1. Prezados companheiros,o problema nao e´o rachao, e sim a nao limpeza da pista e dos boxs apos o evento.Os organizadores do rachao,tem verbas suficientes para promover esta limpeza na madrugada apos o evento, e nos entregar um autodromo limpo e sem oleo na reta principal,basta serem obrigados a isto pela gerengia do autodromo.
    Abraços
    Luis Guilherme #96

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  2. Não curto mas não sou contra o rachão de interlagos. Sou contra o que uma brincadeira, pois não é arrancada e não são pilotos federados, causam a um Campeonato de Automobilismo.

    A relação do autódromo não é com os organizadores do rachão e sim com a federação. Cabe a Fasp essa cobrança. Ela é a responsável pela segurança do nosso evento.
    Infelizmente essa limpeza não é 100 % garantida, pois quando chove após o óleo ser derramado e antes da aplicação do material próprio, não há como consertar, pois o óleo espalha para onde a água escorrer. Essa situação aconteceu em uma etapa deste ano e o que o Ernesto me disse, na época, foi que seria inviável espalhar o produto em toda a área por onde o óleo havia sido espalhado pela chuva, por isso não fizeram à época.

    Sobre a Itaipava GT Brasil, acho que estão corretos em brigar pelo o que acharem que devem junto às Federações e autódromos. Um exemplo de organização e eficiência, com grid, público, patrocinadores, mídia e grandes disputas. Inclusive com uma final emocionante na GT3 ontem, onde o Audi R8 de Wagner Ebrahim tirou, com muita luta, a invencibilidade da Mercedes SLS de Sérgio Jimenez, chegando com 0.034 s de diferença `a frente na bandeirada final.

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