sábado, 10 de dezembro de 2011

VOLKSWAGEM DO BRASIL - OS ALEMÃES QUE AQUI GORJEIAM, GORJEIAM COMO LÁ?

Ah, esses Alemães... povo realizador de feitos impressionantes!

A maior economia da Europa e a quarta do mundo. Isso tudo com menos que a metade da população do Brasil, ocupando uma área vinte e quatro vezes menor e tendo ultrapassado guerras, divisão e reunificação, de seu povo e território.

Isso me faz lembrar de um ditado, da roça dos tupiniquins aqui: "carro apertado é que canta". O carro no caso é o carro de boi, que só emite o som característico quando carregado, pesado.

Um povo que reconstruiu um país destruído pelo final da segunda guerra mundial, sem a fartura territorial e de recursos naturais que temos, só pode ter vencido pela superação que a junção de um trauma pós crise e a inteligência propiciam.

Exemplos de estágios avançados, em educação, cultura, tecnologia, comportamento, arte, entre outros, são inúmeros e não vou aqui enche-los com o óbvio.

A história de superação, tanto do povo como de muitas das empresas que representam esse povo pelo mundo afora, são conhecidas, admiradas e contadas em várias línguas.

A admiração é tanta que uma delas, a VolksWagem do Brasil, aproveita para capitalizar sobre sua origem através de comerciais  de seus produtos aqui no Brasil.

Vejamos um recente, abaixo:


No canal da Volkswagem, no YouTube, eles apresentam um vídeo sobre os valores da empresa Alemã, legendado em nossa língua:




No site da VW,  clientes de carros "Premium" são diferenciados:

Um dos resultados de minha admiração por esse povo, é a minha propriedade de um de seus carros Premium, um Passat 2008, V6, 250 cv, tração integral, câmbio borboleta de dupla embreagem.
Minha ideia era ter um Audi vestido de Volkswagem, pagando menos que o valor de um Audi. Performance de Audi com discrição e preço VW.

Eu, que prefiro viajar de carro, sempre que posso, pelo prazer de dirigir, considero meu VW uma maravilha para a sua faixa de preço.  Uma das melhores relações custo x benefício que pude constatar. Isso, claro,  para aqueles que priorizam performance e não o designer ou o status que um  emblema da marca possa trazer.

Aliás, na estrada, muitos que não o conhecem e que vêem o emblema VW crescer no retrovisor e que não costumam facilitar a ultrapassagem da mesma forma que facilitam para um BMW, devem ficar surpresos com do desempenho do "quadrúpede". A tração integral, chamada de "quatro motion" pela marca, aliada a eletrônica de segurança (tração, estabilidade...) e ao câmbio borboleta com dupla embreagem, conferem ao danado respostas rápidas nas elevações e reduções de marchas, o que contribui para uma estabilidade que surpreende. Costumo dizer que é um carro em que você desaprende os sentidos da pilotagem em curvas, pois ao contrário do que acontece na essência do automobilismo, como na categoria do Marcas e Pilotos, nesse carro, a maioria dos erros acabam sendo corrigidos pela eletrônica, e você nem percebe que errou. Nota mil para segurança e zero para a aprendizagem da essência em pilotagem, pois a eletrônica corrige os erros mascarando a realidade das leis da física.

Tudo muito bem, mas o problema é que só origem, pedigree, não é suficiente para sustentar a qualidade de um produto se junto `a venda não for fornecido um pós venda de qualidade proporcional.

E é aí que conto a história de um grande carro e seus alemães tupiniquins:

Em novembro de 2010 levei meu Passat para a revisão dos 20 mil Km na Carbel, concessionária VW de Belo Horizonte, onde o carro havia sido faturado. A Carbel também é concessionária Audi em BH.
Pois bem, revisão feita, peguei o carro e fui para a corrida em SP. O primeiro dissabor, já senti no início da viagem, quando senti a vibração na direção causada pelo erro no serviço de balanceamento das rodas, serviço por mim solicitado na entrada do carro para a revisão. A solicitação de melhoria teve efeito contrário, agravaram o problema.

No retorno da viagem, entrei com o carro na concessionária solicitando a correção do problema. Fui informado que como a roda era de um raio especial, a aparelhagem deles não permitia o serviço, portanto eles fariam em outro local e me entregariam com um certo atraso.

Quando da data combinada para retirada do carro, ligo para confirmar a entrega e recebo meu segundo dissabor. Conforme informação do assessor técnico, o carro havia dormido no pátio onde dois pitbulls são soltos `a noite e naquela noite, ele não sabe o porque, os cachorros comeram o pára-choque dianteiro do meu carro. Devem ser de linhagens especiais, cães pára-choqueólatras, tomando conta de oficinas. Não acreditei, mas não quis me estressar com a história. 

Com o fato constatado, colocou-se um pára-choque usado, de outro carro, até que o pedido do novo chegasse. 

Ao chegar o novo pára-choque, que demorou alguns bons dias, o carro foi deixado para a troca. A verdade é que eles tiveram bastante dificuldades, por não ser o modelo mais simples, como o que eles colocaram provisioriamente. A partir daí a Carbel me emprestou um carro enquanto resolvia o problema. Chegada a data pra buscar, lá fui eu retirar meu carro para finalizar a novela. 

Ao chegar veio-me o terceiro dissabor: o gerente me informa que ao levantar o carro no elevador o mecânico deixou o capô aberto, quando não devia, e lá se foram dois pequenos amassados e a necessidade de reparo na pintura. Mais uns bons dias na oficina, pois era dezembro, e segundo eles a umidade da chuva atrapalhava.

Finalmente no dia 24 de dezembro de 2010, retiro o carro da concessionária com a promessa da mesma de acertarmos os prejuízos por ela causados.

Após os acontecimentos, procurei a concessionária por duas vezes, mas, tolo que fui, acabei desistindo da demanda.

Em junho de 2011, com a revisão de troca de óleo dos 30.000 vencendo, decepcionado e com receio dos "alemães" brasileiros da VW e confiante de que o motor e caixa dos Alemães da VW não daria problema, realizo a troca de óleo fora da autorizada, mas respeitando as especificações do manual.

Depois disso, em julho de 2011, resolvo fazer uma revisão, decido dar mais uma chance ás representantes dos Alemães e levo o carro `a Recreio, concessionária VW de Belo Horizonte. 
Deixo o carro, solicitando para conferir pastilhas de freio e o que julgarem necessário. Ao final, as pastilhas traseiras são trocadas, os filtros do ar condicionado também e mais algumas coisinhas apontadas são autorizadas por mim. Busco o carro na data acordada e fico muito satisfeito com o atendimento oferecido. A impressão negativa que a Carbel havia criado em mim, começava a perder força.

No final de Agosto último, ao retornar de São Paulo, após a oitava etapa do Marcas SP, percebo um leve barulho, tipo um brinquedo `a corda, quando as marchas eram mudadas. Vou a concessionária Recreio e converso com a assessora técnica. Ela pede para deixar o carro e eu informo que o barulho só seria ouvido se andasse na rua. Ela informa que o carro não sai da concessionária e que, neste caso, eu teria que dar uma volta com o mecânico.

Após várias tentativas, muitas por minha falta, acertarmos a data do dia 07 de outubro para o teste. Volto `a concessionária e saio com o mecânico Jose´Maria. Ele me passa a impressão de nunca ter visto esse modelo na oficina. Sigo com ele informando que precisa prestar bastante atenção nas mudanças de marchas. Tive que andar bastante com ele para a constatação do problema. Da Recreio, fomos até a seis pistas no Belvedere. Ao retornarmos, a confirmação de que o problema era do câmbio só viria com a visita de um técnico da fábrica, mas que parecia e pelo que tudo indicava, o problema deveria ser este sim, câmbio.

A assessora técnica me informa a falta de uma revisão de troca de óleo, que deveria ter sido realizada por uma concessionária e que o preço do câmbio é perto de 48 mil reais. Ela diz que pela circunstância de somente faltar a troca de óleo do motor, de todas as outras revisões estarem em dia com a fábrica e de que um problema deste, num carro deste,  com o câmbio aos 43 mil Kms, ela acreditava que a fábrica concederia a garantia mesmo assim e que deveríamos tentar. Eu digo a ela que por esse preço eu não mexeria em nada, pois a performance não havia alterado em nada e que o barulho ainda era muito pequeno. Disse que também acreditava na cobertura em garantia sim, pois era, claramente, um problema da peça e não de mau uso, e que acreditava no bom senso da VW para esse caso. Um câmbio desse estragar com 43 mil km, eu não acreditava que a fábrica fosse correr de uma responsabilidade assim.  Pensei eu:"Os alemães da VW são pessoas corretas e sérias, não irão querer transferir uma responsabilidade deles para alguém que não a mereça. Eles não usariam de um oportunismo para furtar de um cliente que apostou em seu produto."

Deixei o carro com a clara confiança de que o pedido de garantia seria aceito pela VW.
Alguns dias depois, não me recordo quantos exatamente, provavelmente perto de dez, a assessora me liga informando que a concessionária anterior não havia registrado no computador da VW as revisões feitas por ela e portanto haveria mais um pequeno atraso até a solução desse novo problema. É mais uma vez a Carbel tentando ser inesquecível para mim. A consultora técnica da Recreio me perguntou se ela mesma poderia entrar em contato com a Carbel, para que eles providenciassem a pendência. Eu disse que sim, que eu não queria nem ouvir falar em Carbel, depois dos inúmeros problemas que lá tive. 

Após a Carbel corrigir a sua falha, informando todas as revisões por ela realizadas, qual foi a resposta da VW sobre a cobertura da substituição do câmbio em garantia? Adivinha! 

Aprovou! A assessora me liga, contente pelo sucesso do pedido. A VW APROVOU! Disse ela.

Sinceramente, não fiquei surpreso com a aprovação. Pensei: "é difícil eu errar em minhas avaliações, esses Alemães são corretos, não é a toa que chegaram onde chegaram. Aquele problema que tive com a Carbel, deve ter sido um problema isolado, da Carbel."

Após isso, com o câmbio do carro retirado, fiquei aguardando a chegada do novo para a substituição. Imaginei que fosse demorar, se tivesse que vir da Alemanha. E veio da Alemanha e demorou.  Após várias ligações sem êxito para a concessionária, pedindo informações sobre a chegada, peço-lhes que montem meu câmbio e me entreguem o carro até a chegada do novo, em garantia, pois o carro me faz falta. Sou informado que isso não poderia ser feito pelo custo extra que teria a montagem e depois a desmontagem novamente. Após alguns desgastes com cobranças, no dia 30 de outubro, ligo no 0800 da VW e mando uma mensagem pelo site pedindo-lhes uma posição sobre a demora. Pelo 0800 me informam que há o pedido da peça em garantia mas que eu precisaria ligar em cinco dias úteis, com o número de protocolo que eles me passassem, para saber mais detalhes.

Insisto com a Recreio da minha necessidade do carro e que eles deveriam ou montar o câmbio com problema até a chegada do novo ou me emprestarem um carro. Após muita resistência, eles resolvem montar o meu câmbio para aguardar a chegada do novo.

Na data prevista para a retirada do carro com o câmbio antigo, a assessora técnica da concessionária me liga informando que encontraram problemas para ligar meu carro, pois ele havia descarregado a bateria.

Tiveram que chamar um técnico da fábrica para acharem uma solução. Disseram que se fosse um gol eles iriam trocando as peças até acharem a fonte do problema, mas nesse caso, não há peças disponíveis e quando há, elas são muito caras. Passaram-se mais de 10 dias, eu já havia desistido de retirar o carro da oficina, pois no dia 15 eu iria para Curitiba, disputar a decisão do Título do Campeonato de Marcas SP. No dia 11, sexta-feira, a assessora me liga, informando que eu poderia retirar o carro, pois haviam solucionado o problema. Aviso que eu viajaria na terça, dia 15, e que, portanto, só retiraria o carro em meu retorno, no dia 22 de novembro.


No dia 19, sábado de corrida em Curitiba, a assessora me envia uma mensagem pelo celular informando que o câmbio havia chegado e que iniciariam os reparos na segunda, dia 21.

Depois de tantos problemas que tive nas corridas de sábado, com  melhores resultados de um concorrente do que os meus, essa seria a única notícia boa para o dia.

Retorno no dia 22, já Campeão 2011 da maior categoria do automobilismo brasileiro, me achando "o cara". No dia 23 ligo para a Recreio e retorno a minha realidade de consumidor paciente. Me informam que estão providenciando, que assim que estiver pronto me ligarão. Aguardo, ligo algumas vezes, até que algo como uma semana depois, me informam o que?

QUE A VW HAVIA NEGADO A TROCA DO CÂMBIO EM GARANTIA.

- O quê? Como assim? Aqueles Alemães não fariam isso comigo! Não aqueles Alemães em quem eu tanto confiei. A concessionária escorregar é uma coisa, mas os Alemães...

O gerente Alessandro, da Recreio, disse que havia recebido essa informação por parte da VW, mas que faria mais algumas tentativas e que me retornaria. Ligo nos dias seguintes e sempre a resposta é negativa. Peço-lhes um contato com a VW, regional ou nacional, pois o 0800 parece um telemarketing de cartão de crédito, impessoal e sem alçada de resolução alguma. Eles me dizem que não podem me passar nenhum contato da fábrica. Segundo o gerente, em primeiro momento a VW havia aprovado e que em todas as instalações de peças há uma segunda conferência e que, nessa segunda, a fábrica recusou pela falta de uma revisão de troca de óleo do motor. O gerente disse que argumentou em vários momentos com os responsáveis, mas nada foi alcançado a meu favor.

Diante disso, ligo no 0800 e passo o protocolo que me foi dado da primeira ligação, no dia 30 de novembro, solicitando informação sobre a demanda. O atendente informa que a peça foi enviada, em garantia,  e que já deveria estar na concessionária. Pediu-me para ligar para a concessionária e questionar sobre a entrega com a transportadora. Insisto na informação sobre o envio em garantia e há a confirmação, visto que há um procedimento que identifica quando o envio é em garantia.

Falta da tampa do lavador de farol
Após várias tentativas de solucionar com a concessionária, e de várias tentativas dela com a fábrica, desisto das vias negociais e vou retirar meu carro no dia 06 de dezembro, 64 dias após eu deixá-lo. Marco `as 15hs, chego no horário, mas o carro nem lavado estava. Aguardei e na hora que fui checa-lo, verifiquei: a falta da tampa do esguicho do lavador de farol do lado direito, o banco traseiro estava rebatido e o forro da lateral esquerda do porta malas estava dobrado, escancarando toda a lataria e parte elétrica do carro. O gerente me informou que devem ter mexido nos fusíveis, pois tiveram dificuldades em faze-lo funcionar quando montaram o câmbio antigo. Tinha até um fusível, com um fio inutilizando sua função, jogado no porta-malas. Se isso só não bastasse, o manual, todo ele, uma pasta completa, havia sumido. Reclamei, aguardei que procurassem, mas eles não acharam. Me prometeram uma tampa do esguicho nova, um novo manual(caso não encontrassem o meu) e colocaram o forro no lugar.

Depois de tantas alegrias, fui retirar o carro. Ao arrancar já percebo um barulho no cambio que antes inexistia. Ele começa, já em primeira marcha, no pátio da concessionária, a ranger as engrenagens. Impressionante! Se não bastasse, ao passar no quebra molas dentro da concessionária, um barulho enorme na suspensão, que também não existia antes. Nem saio da concessionária, chamo a atendente e saio com o gerente que constata o barulho. O gerente afirma que para retirar o câmbio é preciso mexer na suspensão, que o barulho deve ser falta de aperto. Também me questiona sobre o barulho da caixa, perguntando se esse barulho já não existia. Informo-lhe que o barulho que existia ainda está lá, pequeno, mas esse de engrenagem rangendo, não existia. Peço-lhe que chame o mecânico Jose´Maria para confirmar minha história. Ele disse que não seria necessário e que eu poderia deixar o carro lá que eu o pegaria no dia seguinte da maneira que eu o deixei. Não senti firmeza, mas deixei.

No dia 07 de dezembro, vou retirar o carro e percebo que o problema da suspensão havia sido resolvido e que o de engrenagem do câmbio não. Fico pensando o que poderia ter acontecido para o câmbio ter ficado daquela forma, apenas com a desmontagem e remontagem. Peço para conversar com o mecânico José Maria, pois ele se lembraria e poderia me ajudar a pensar o que poderia ter acontecido. Pensei na possibilidade da falta de óleo. Tiraram e não recolocaram o óleo, pensei eu. Me informaram que o José Maria estava proibido de conversar comigo. Que os mecânicos não conversam diretamente com os clientes. - Como assim? Vocês estão de brincadeira comigo. Disse para a atendente e o gerente Thiago, pois o gerente principal, o Alessandro não estava, ou não queria estar. 

Daí já percebi que a concessionária, além de não estar disposta a colaborar para achar a razão do problema, passou a ter uma posição de possível defesa jurídica do caso.

Fui embora para casa com o carro e um problema de câmbio que não existia e que parece muito mais grave do que o que fui reclamar inicialmente, sem a tampa do esguicho do farol e sem o manual do proprietário, que traz todos os carimbos de revisão da Carbel, desde a compra. 
Para completar, ao chegar em casa, vejo que o travão de estacionamento (freio de mão), que é elétrico, apontou falha, travando e as vezes não funcionando. Pior, lançando uma mensagem no painel para que eu consultasse o manual do proprietário. Qual manual?

Foto dentro da Concessionária Recreio
Pré-Ordem de Serviço
Mais outra que observei ao chegar em casa, foi a de que, conforme consta no registro de entrada do veículo, ele entrou com 43.157 km e com 3/4 de combustível. Eles me entregaram com 43.165 km e com bem menos que 1/4 de combustível. Andaram 8 km e consumiram mais de 1/2 tanque de combustível.  Bem dizer, isso não parece consumo.

A Volkswagem do Brasil se sagrou como a líder em carros populares. Embora com o DNA da Audi e Porsche, o atendimento no atacado, no popular, é a sua principal praia. 

Eu, que cresci influenciado pelas histórias de admiração desse povo Alemão, amante das grandes marcas de carros Europeias, consumidor de seus produtos, dentro das limitações que os recursos me permitiram até aqui, vejo que preciso rever alguns de meus conceitos sobre o que os Alemães da Volkswagem tem a  oferecer aos consumidores tupiniquins. 

Sinto que preciso aprender a língua germânica e me mudar para a Europa se quiser usufruir dos produtos que a Volkswagem chama de Premium: Touareg, Tiguan, EOS, Passat CC, Passat, Passat Variant, Jetta, Jetta Variant e New Beatle.

Nessa história, os "Alemães" brasileiros da VW, mostraram que não são tão alemães assim como apregoam.

No site da Marca existe a página de contato, mas a mensagem não pode passar de 400 caracteres. Equivale a exatas 2,85 twitadas para contar a sua queixa. Nem o mais sucinto dos lacônicos seria capaz, mas...

Não querendo, mas já faltando ao respeito com nossos vizinhos e irmãos latinos, compatriotas de Solano Lopes, nossos principais fornecedores de contrabando, vejo hoje,  que os "Alemães" Brasileiros da Volkswagem devem ter chegado ao Brasil pela ponte da amizade e desembarcado em São Paulo, na rua 25 de Março, antes de se sentarem em seus escritórios para praticarem um sotaque germânico. 
ALEM
GUAI

Acredito que se aperta-los vai sair um sotaque Alemão, com tentativa de esconder a origem hispânica. Tentarei essa confirmação num próximo encontro que tivermos, jurídico é claro.

Confirmarei se meu advogado está afiado no Espanhol, pois o Alemão ali, na certa será Grego.




Essa história de disputa que se iniciará, me faz lembrar como a provável futura ré foi "fielmente representada" em uma recente disputa que travamos.

A Marca WV foi minha rival de pista em 2011 e foi derrotada.


Travei durante o ano uma disputa pelo título, até a úlima rodada em novembro, com concorrentes de um modelo VW.  Hoje vejo que meu concorrente VW incorporou bem o espírito Guarani da marca VW brasileira.

Ao usar da força de uma marca que representa (Associção de pilotos) para dar legitimidade `as mudanças nas regras do campeonato em seus instantes finais, se comparou fielmente em veracidade aos comerciais da VW do Brasil.


Ah, pouco importa! Não sou cavalo e nem nada Paraguaio. Liderei todas as etapas e conquistei o título na última, com um modelo da GM. Somos os Campeões do Maior Campeonato do Automobilismo Brasileiro em 2011. 


Opa!! Boa notícia! Acabo de verificar que, ao contrário do limite de 400 caracteres que o site da VW do Brasil impõe a quem quiser se manifestar lá, o site da matriz da VW, a Germânica sem sotaque, não apresenta limitação. Cabe toda essa matéria, fácil. Vou providenciar uma tradução para envia-la. Se tiver alguma resposta, como eu acredito que terei, eu publico.

Bis zum nächsten Mal
(mas sem sotaque da República do Lugo, por favor!)

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