O site do Marcas Paulista publicou uma matéria bem interesse sobre pesos e renovação de frota. Prova de que o Vitor Garcia pode ir além do arroz com feijão dos assessores de categorias e pilotos. O assunto é bem vasto e precisa de muito aprofundamento, mas foi um bom início por parte da categoria.
Pensar como recuperar carros parados é importante, mas é pouco. Se ninguém fizer nada os regionais virarão clássicos de marcas. Hoje os regionais são semi-clássicos, pode-se dizer.
Existe uma tendência, é o que percebo, da aceitação do uso de peso como equalizador de modelos diferentes. O assunto vira e mexe aparece sendo discutido, inclusive por aqui também.
Além de se pensar em equalizar com pesos os carros que hoje estão nas pistas, precisa-se pensar também nos novos modelos que precisam entrar para oxigenar os regionais.
Acredito que o maior desafio dos regionais será equalizar baixo custo e renovação de frota. São coisas meio incompatíveis se pensado dentro das regras atuais.
Pesos, benditos pesos. Baratos e fáceis de se aplicar.
Tudo muito bom, mas os regionais precisam andar com seus regulamentos para 2014. Além do desafio de conter custos e de unificação dos regulamentos dos regionais é preciso pensar no futuro, na renovação de frota sem doer tanto no bolso dos participantes.
O futuro começa hoje. Inclusive, quando os modelos de carros que hoje vencem os regionais eram fabricados, o nosso presente já estava parado.
Somos hoje o reflexo da inércia passada. Uma inércia rápida e eficiente, mas inércia.
Nenhum comentário:
Postar um comentário