A esquerda, utilizando-se de suas raízes plantadas na educação, na grande mídia, na classe artística, trabalhadora e em outras tantas, consegue colher hoje uma quase unânime opinião esquerdista da sociedade sobre o que foi o regime militar implantado há exatos 50 anos atrás no Brasil, em 31 de março de 1964.
Conheci a ditadura de perto, mais em seu final. Como um dos frutos da educação esquerdista fui também um avaliador do regime por um ângulo só. Livros de Marilena Chauí eram reverenciados na universidade na qual estudei. Fiz passeatas pelas "diretas já". Um idealista com uma visão superficial da história e daquele momento.
Hoje sei que a verdade costuma estar em uma terceira versão da história. Depois de um lado da história, vem o lado oponente e só depois o lado da verdade.
Vejo que a questão da nossa história com os militares costuma ser muito mal contada, e pior, mal contada com uma dominância quase que total pelo lado da esquerda.
Não sou a favor de ditaduras, seja ditadura de qual lado for, nem mesmo essa ditadura enrustida em que vivemos hoje (mas esta é outra história). Também não sou contra um membro do exército no comando do país, desde que ele ganhe as eleições nas urnas. Não, Bolsonaro não teria meu voto, embora o deputado ex-militar fale muita coisa certa, principalmente quando descreve o PT.
Segue abaixo um pouco da versão de um dos lados que não recebe espaço na grande mídia.
Como disse, eu não defendo ditaduras, nenhuma delas. Certamente o vídeo mostra um pouco da versão do exército com algumas convenientes maquiagens.
De qualquer forma, não há como deixar de imaginar o que seria deste país hoje se o poder tivesse sido tomado pelos que queriam implantar o comunismo aqui há 50 anos atrás.
Se pela visão política e social do país eu já imagino o fracasso em que viveríamos caso o regime comunista tivesse sido implantado naquela época, o que pensar então sobre sobre as mudanças na burguesa história do nosso automobilismo? Ou melhor, a falta de sua história a partir de 1964.
Abaixo, a fala da esquerda que não se vê na grande mídia:
Abaixo, a fala da esquerda que não se vê na grande mídia:
Direita, esquerda, centro... dane-se isso tudo.
ResponderExcluirO que eu gostaria é que os dirigentes e legisladores deste país fossem menos incompetentes e corruptos, que tivessem um mínimo de preocupação com as condições sistêmicas de nosso mercado, que cumprissem com as Leis conforme a população menos abastada é obrigada a cumprir, e que o Estado fizesse o papel que determina a Constituição Federal.
Se, algum dia, esse meu desejo se realizar, não estarei nem aí para a ideologia política de quem quer que seja.
Aliás, ideologia boa é país rico, próspero e democrático.