quinta-feira, 13 de março de 2014

ANALFABETISMO DE TERCEIRO GRAU



A matéria completa segue no link: www.correiodopovo.com.br
Tenho uns dez pés atras com pesquisas que envolvem ONGs e entidades que não conheço o viés político, mas a conclusão da pesquisa vai de encontro com a lógica da estratégia de governo.
A vontade do povo costuma ser bem atendida pelo governo petista. O povo gosta de diploma, toma diploma. Só não avisam que a única serventia de desenrolar o canudo será para limpar a bunda.

Mais recentemente, para os que estão com mais pressa de ir ao banheiro, lançaram o combo do "superior" tecnólogo. É o 1.0 do ensino, o diploma popular.

Técnico, tecnólogo, graduado, licenciado, bacharel... se não tiverem qualidade irão virar despesas pesadas e um belo atestado de otário na parede. 

Certamente existem muitos bons cursos no Brasil, embora a USP, a única brasileira em um ranking mundial, tenha  ficado acima da octagésima posição em uma avaliação de 2014. 
Mas qualidade é um investimento que demora e não gera retorno político e, claro, não serve para o PT  não.

Um comentário:

  1. A grande questão é aquilo o que um diploma representa.

    Há alguns anos, quando se discutia alternativas para substituição do vestibular tradicional (que ainda considero o método mais isonômico), uma das idéias apresentadas era que as notas ao longo do antigo 2º grau fossem o parâmetro de acesso às universidades.

    Um dos argumentos contrários citava o exemplo do Colégio São Bento no Rio de Janeiro. Uma escola fortíssima, muito exigente mesmo. O fato era que um aluno nota 6 do São Bento obteria nota 10 em muitas outras escolas daquela cidade.

    Daí a pergunta inicial: o que um diploma representa? O diploma, ou a nota do São Bento, tomados isoladamente, dizem muito pouco sobre as qualidades de quem os detêm.

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