Uma petição na internet pede `a Polícia Federal que não conceda autorização de entrada no Brasil ao norte americano Juilien Blanc. O tal do Blanc pretende vir em janeiro para dar palestras a quem queira pagar perto de 7 mil reais para ouvi-lo. Ouvi-lo sobre suas técnicas de como pegar mulheres.
Abaixo um vídeo com um pouco de suas opiniões:
Se por um lado a liberdade para a exposição de temas antes escondidos tem sido cada vez maior, por outro lado os temas considerados fora da lista permitida dos censores atuais, do politicamente chato, acabam sendo execrados.
É o proibitismo ao que ofende quem grita mais alto. Gays, lésbicas, trans, pans, feministas, índios, negros, deficientes, carentes, dependentes, trabalhadores (em especial os que não trabalham), professores, menores, catadores, grafiteiros, moradores de comunidades (agora não se deve falar favelados), entre outros tantos, são hoje liberados de qualquer forma de expressão, ação e opinião.
O tal do Julien Blanc ofendeu muita gente mau amada e com pouco humor. O país tem leis contra abusos. Tem muita mulher que gosta do que o cara fala e ainda acham pouco, outras não. Dizer que o cara prega a violência e o estupro, pelo vídeo que vi, é um tremendo de exagero. E mais, antes de taparem a boca dele, deixem o cara falar.
A onda do proibitismo de opiniões, de ofensas ao contrário é uma praga que se alastra entre as classes ditas mais bem informadas.
Essa turma gosta e aprova mesmo é o macaquinho. O macaquinho é o nome que deram para uma performance considerada arte. A turma do macaquinho tira a roupa e cada um fica mexendo o dedo no cu do outro.
Tem gente que vai assistir ao macaquinho e gosta. Tem gente que leva dedo no cu e também gosta. Não tenho nada contra a turma do macaquinho. Nada contra os dactilocusistas ou os voyeurs da arte. Acho um tanto ridículo mas jamais assinaria uma petição solicitando a proibição da tal tosqueira.
Enfim, tosco por tosco, o mais tosco mesmo é a tal petição. Muitos dos novos censores "cools" devem adorar os macaquinhos.
Ah! Pra quem quiser assistir, e quem sabe levar e dar algumas dedadas, tá rolando em São Paulo as apresentações da turma que é aceita na lista do momento. Vai de 13 `a 23 de novembro a 22a edição do festival Mix Brasil de Cultura da Diversidade. Não sei porque mas a palavra "Diversidade" me fez pensar até no Julien Blanc no tal festival. Ficaria bem diversificado. Segue o link da diversidade abaixo:
Ah! De novo um ah. Agora que eu vi no link acima. Os dedos nos cus são pagos pelo meu dinheiro e pelo seu também. Tem grana de imposto através da lei de incentivo `a cultura.
Ah! De novo, mais um. Outro dia um anônimo aqui reclamou que o blog era lugar de divulgar o automobilismo.
Para não dizer que eu não falei de automobilismo nesta matéria segue a emenda: já pensou a pilotada descer dos carros antes da largada, fazer uma performance a "la macaquinhos", e voltar correndo para a largada?
Teria divulgação internacional, garanto! Seria a junção de arte com automobilismo. Quem sabe até uma ajudinha do ministério da cultura? Vai que cola? Não o dedo, é claro!

Se a pilotada descer dos carros antes da largada e fizer uma performance a "la macaquinhos" fica a pergunta: com luvas ou sem luvas? Com ou sem capacete? Ah, ah, ah...
ResponderExcluirBrincadeiras à parte, li em O Globo que no Rio de Janeiro estão querendo promover a Marcha do Orgulho Hétero. Já tem ONG Gay se dizendo preocupada com a brincadeira, face ao conservadorismo (?) reinante no país.
http://oglobo.globo.com/rio/marcha-do-orgulho-hetero-em-ipanema-promete-ser-polemica-14546639
Impossível não lembrar de texto publicado tempos atrás por Ives Gandra Martins sob o título "Sou Branco, honesto, contribuinte, eleitor, hetero...Para quê?". Vale a pesquisa no Google.