segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

MARCAS DA 1A ETAPA 2014 DO PAULISTA DE MARCAS E PILOTOS

- Nova forma de classificação foi adotada para acabar com o troca troca de vácuo. Duas voltas cronometradas para cada carro e pronto;
- A equipe Arias venceu as duas baterias com dois GMs Corsas, um campeão e um vice-campeão. Edgard Amaral venceu a primeira bateria com o Corsa campeão de 2011 e Caio Clemente venceu a segunda bateria com o Corsa vice-campeão de 2013;
- Pódio monomarca: os GMs Corsas ficaram com os cinco primeiros lugares da primeira bateria. Os motores GMs ficaram com os 7 primeiros lugares da primeira bateria;
- Pódio multimarcas: cinco modelos diferentes ocuparam as cinco primeiras posições da segunda bateria: Corsa, Fiesta, Pálio, Celta e Gol;
- As duas melhores voltas ficaram com a equipe Arias. Na primeira bateria foi conquistada pelo Virgílio Fagundes com um Celta e a segunda pelo Caio Clemente com um Corsa.
- Wanderson Freitas abandonou a segunda bateria após o Corsa 27 quebrar a homocinética enquanto liderava a prova;
- Mudança nos limites de peso mínimo por modelo poderá ser decidida nesta terça-feira. A tendência é elevar o peso dos GMs, talvez dos Fords também, e reduzir o peso mínimo dos Gols;
- A associação de pilotos elevou a taxa cobrada por participante em 50%, de 200 para 300 reais. Superou em quatro vezes o tradicional índice "BoFasp", que costuma adotar o dobro da inflação oficial como padrão para corrigir o que cobra da pilotada;
- Muitos troféus para poucos pilotos : 14 Super, 7 Light, 9 Novatos, 1 Master e 0 Visitante. Cinco divisões para 31 carros. 
- Febre que não cede. O tamanho do grid da categoria nesta etapa, 31 carros, pode ser mais um sinal da enfermidade apontada pela evolução negativa dos números de carros participantes nos últimos dois anos. Em 20 de janeiro de 2013 a categoria contou com 41 carros participantes na décima e última etapa da temporada 2012. Quase um quarto, 25%, de encolhimento em exatos um ano. É muito. 

7 comentários:

  1. Eu gostaria de participar mas vejo que os custos subiram muito. Há menos de um mês atras os valores eram bem diferentes.
    O álcool custar preço de podium é desrespeitoso.
    Inscrição e e associação bem mais cara vai levar a diminuição de participantes.

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    1. Vc tem razão Prado, aumentou tudo no paulista de marcas eu como chefe de equipe mantive o preço do ano passado para que os pilotos ficassem na categoria mais assim fica difícil.

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  2. Acho essa nova forma de classificação uma merda...principalmente para novatos que ja têm pouco tempo pra treinar. Treino na quinta, esquece, o preço de pista é caro. 2 treinos de 40 minutos na sexta é ridículo para quem ta começando. Diminuição de 20 minutos para 2 voltas, mesmo com o jogo de equipe com relação ao vácuo, é ruim para quem ja não tem tempo para treinar. Porque então não se proibe o vácuo como fizeram no Kart Cadete? Pune quem pegar vácuo e pronto. Meu carro ta pronto e agora virou peça de decoração da garagem devido aos altos custos praticados em São Paulo. Acho que iremos, dessa forma, chegar ao patamar de 12, 10 carros que tínhamos antes dessa categoria virar "febre". Vejo que até pilotos com um pouco mais de grana, correndo em dupla ou parados procurando parceiros. Quem exemplos? Rodrigo Moreno/Maike Paparelli, Guilherme Pedra/Luis Guilherme, Marcio Phillipi/Pedro Pimenta. Piloto que buscam parceiros, Aurichio, Jefferson Gomes, Cirino...e olha que estou falando de pilotos que andavam sozinhos em anos anteriores. E aí?????

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  3. Caro Roscoe... realmente os custos são um problema, mas pensando friamente, qual o melhor caminho? A conta não fecha, e para valer a pena o campeonato precisa de TV, assessoria de imprensa, fotógrafo...

    Abraços, José Nunes

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    1. José Nunes, não existem soluções fáceis para problemas complexos, claro. O primeiro passo para solucionar um problema é enxergá-lo, coisa que o chato aqui vem tentando mostrar há um bom tempo. O tamanho do grid não é o problema, ele é consequência do problema, não a causa. O segundo passo é quem tem a direção do negócio entender que a sua direção faz parte do problema, sem drama ou condenação. Acertos nada mais são que as correções dos erros. A partir do momento que se enxerga que o problema não é culpa somente dos outros, do mercado, da crise, do futebol, do insucesso do Felipe Massa, da calcinha preta da mulher do vizinho, segue-se para o terceiro passo, a mudança. Esperar resultado diferente apertando as mesmas teclas de uma calculadora não é uma das opções mais inteligentes que existem não. É preciso mudar. O que mudar?
      Mudar mirando nas causas, ou nas principais causas do problema. Quais são as principais causas? São o elevado custo causado por um regulamento ineficiente que onera a preparação e não equaliza os modelos na velocidade adequada (velocidade é tempo e tempo é custo), a ineficiência na captação de patrocinadores (TV não foi feita para vender só para piloto não), uma melhor negociação com fornecedores (todos apertando um pouco, inscrição, tempo de pista, inclusive o preço absurdo do etanol, como disse o Fábio) e a falta de visão de investidores dos clubes/fasp na categoria que é um produto que lhes pertence.

      Priorizar os investimentos, TV, assessoria etc.., sem atacar as causas é a mais fácil, populista e ineficiente fórmula política de se dirigir. Faz-se o circo e manda-se a conta para os palhaços. É a cara da esquerda que comanda nosso país há tempos.

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  4. Caro Sr Claudio , primeiramente acho que vc como tomador e expositor de noticias deveria dar informações mais reais !! pois , pelo que sei , o carro campeão de 2013 foi o Sr PIMENTA !! ele trocou de carro ??? Segundo , porque não relata noticias como de seu querido piloto que andou fora do regulamento ??? pelo que sei , foi desclassificado !! As vezes a virtude de um bom profissional ou relator de matéria é a imparcialidade dos fatos!! pense sobro isso ....

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    1. Caro Sr anônimo. Primeiro eu agradeço-lhe o apontamento de meu erro na informação apresentada sobre o campeão de 2013, que de fato foi o vice-campeão. A intenção, claro, não foi tentar mudar um fato tão absurdamente na cara, foi um erro grosseiro demais para se imaginar intencional. A informação foi devidamente corrigida e atribuo o crédito aqui à sua valiosa colaboração.
      Segundo, a desclassificação do piloto Wilton Pena consta na folha da cronometragem que eu publiquei sim, dê uma olhada na imagem lá.
      Terceiro, não sou profissional de mídia e nem pretendo ser imparcial não. Existem muitos profissionais de mídia que não têm imparcialidade explícita, inclusive são pagos para não terem. Imparcial quem precisa ser é o site da categoria, que é de todos os pilotos. É a informação chapa branca, formal e necessariamente imparcial, embora chapa branca sempre tem a sua parcialidade envolvida. Se você olhar direito não verá imparcialidade nem nos chapas brancas e nem nos ditos imparciais. Você talvez ache o Jornal Nacional, o da Band ou qualquer outro imparcial. Eu não. Aqui tem é a minha opinião, com grau de explicidade variável, mas parcialidade. Imparcialidade é somente informação e, nem a mais crua informação é totalmente imparcial. É um tipo de comunicação que não me interessa não. Você certamente já leu Fernando Henrique Amorim e Reinaldo Azevedo e deve preferir um ao outro. São opiniões descaradamente parciais e antagônicas, cada um com sua linha lógica de defesa. Eu tenho a minha, pode não ser a mesma que a sua. Pense sobre isso. Se preferir, procure o Amorim.

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